Apenas um post nostálgico com um pouco da história do Barry White.
O resumo do puzzle:
- Quando o adotamos, ele tinha pneumonia e não poderia tomar a 3ª dose da vacina.
- Precisávamos curar a pneumonia, para que ele pudesse tomar a vacina e depois estar apto para sair na rua.
- Para gastar a energia dele, utilizávamos uma esteira. Dica de Cesar Millan.
- Quando o curamos da pneumonia, por conta dos efeitos colaterais de alguns remédios, acabou piorando a sarna demodécica dele.
- Após o 3º raspado de pele negativo, ele pode tomar a vacina.
- Uma semana depois, foi o primeiro passeio.
Essa odisseia, com vários veterinários consultados, duas internações, uma broncoscopia e um lavado pulmonar, durou aproximadamente um ano.
O vídeo abaixo é uma coletânea de momentos até o primeiro passeio dele no Parque do Ibirapuera. Nós o fizemos como um agradecimento a todos os veterinários que o acompanharam e pessoas que sempre torceram pela melhora dele.
Barry nos deu alguns sustos, principalmente nas duas internações: em suas crises quando era filhote, parecia estar com muita dificuldade para respirar.
Hoje, apesar de ter perdido um quarto de sua capacidade pulmonar, ele está bem. Fica apenas um pouco debilitado no inverno, quando ataca uma bronquite alérgica. Ainda estamos estudando a melhor maneira de evitar isso.
A melhor opção parece ser a acupuntura, que terá menos efeitos colaterais na imunidade dele, dificultando a volta da sarna demodécica.
A velha lição dos cães sobre o presente: trabalho para não ficar emputecido quando as pessoas dizem que teriam desistido dele. Muitos amigos disseram que não pagariam pelo tratamento, ou que "entregariam para deus". Ou mesmo quando lembram quando Barry estava sem pelos por conta da sarna e dizem que era um cachorro feio ou "vira-lata caro".
Confesso que ainda respiro fundo para não mandar todo mundo se foder. Acho absurdo como soava fácil a desistência. Mas enfim: a lição dos cães diz que isso está no passado. Não importa mais. Barry está bem hoje.
A lição que Barry deixou para mim é a de que valeu a pena ir até o fim. A vida sempre vale a pena, contrariando também alguns espiritualizados que afirmavam que "ele queria ir embora", ou seja, queria morrer.
Marvin é nosso novo desafio. Ele tem a saúde de um touro, só que é ansioso. Vamos ver como vai ser.
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