Barry ficou claramente mais territorial depois que Marvin chegou.
Talvez por conta da imposição hierárquica ou territorial, ele começou a comer o cocô do Marvin.
Ainda não consegui dar um flagrante para corrigir o comportamento.
Dizem que os cães são animais que prezam pela limpeza. Aí que está o paradoxo. Para limpar o quintal, o cachorro vai lá e come o cocô?
Tem bastante dicas na web sobre o assunto. Esta foi a que achei mais interessante.
Não acredito que seja tédio ou deficiência de algum nutriente. Tenho a impressão que é uma questão puramente hierárquica e territorial.
sexta-feira, 25 de outubro de 2013
quinta-feira, 17 de outubro de 2013
segunda-feira, 14 de outubro de 2013
Eles se entendem...
Partindo do princípio que são os humanos que "estragaram" os cães ao longo dos anos, veio uma reflexão na cabeça.
Por mais barulho que a gente ouça nas brigas do Barry e do Marvin, será que não é realmente a maneira como eles se entenderão? Como eles vão encontrar o equilíbrio na relação deles?
Geralmente, eu costumo intervir quando as "discussões" estão mais exaltadas. Quando o Marvin já se escondeu na casinha e o Barry quer continuar a, digamos, argumentar.
Da última vez, separei os dois com a ajuda do borrifador d'água.
Apesar da aparente exaltação, percebo que eles raramente saíram machucados. A partir desse fato, vem a pergunta: qual o verdadeiro momento para os humanos intervirem? Será que não estamos atrapalhando?
Considerando que por várias gerações nós fomos esquecendo nossos instintos e perdendo nossa proximidade com a natureza para dar lugar a inúmeras neuroses, isso é uma possibilidade bem plausível.
Minha mãe sempre diz: "eles se entendem...". Cada dia que passa, acredito mais nisso.
Por mais barulho que a gente ouça nas brigas do Barry e do Marvin, será que não é realmente a maneira como eles se entenderão? Como eles vão encontrar o equilíbrio na relação deles?
Geralmente, eu costumo intervir quando as "discussões" estão mais exaltadas. Quando o Marvin já se escondeu na casinha e o Barry quer continuar a, digamos, argumentar.
Da última vez, separei os dois com a ajuda do borrifador d'água.
Apesar da aparente exaltação, percebo que eles raramente saíram machucados. A partir desse fato, vem a pergunta: qual o verdadeiro momento para os humanos intervirem? Será que não estamos atrapalhando?
Considerando que por várias gerações nós fomos esquecendo nossos instintos e perdendo nossa proximidade com a natureza para dar lugar a inúmeras neuroses, isso é uma possibilidade bem plausível.
Minha mãe sempre diz: "eles se entendem...". Cada dia que passa, acredito mais nisso.
sexta-feira, 11 de outubro de 2013
Coleira + guia
A coleira do link abaixo pode ser uma boa opção para os gritos desesperados de Marvin ao sair para passear.
Ele pode ser simplesmente "enganado" por estar com a coleira e a guia o tempo todo.
Assim, poderíamos sair e talvez, ele nem perceber que está indo passear.
Veja aqui.
Ele pode ser simplesmente "enganado" por estar com a coleira e a guia o tempo todo.
Assim, poderíamos sair e talvez, ele nem perceber que está indo passear.
Veja aqui.
quarta-feira, 9 de outubro de 2013
A jornada de Barry White
Apenas um post nostálgico com um pouco da história do Barry White.
O resumo do puzzle:
- Quando o adotamos, ele tinha pneumonia e não poderia tomar a 3ª dose da vacina.
- Precisávamos curar a pneumonia, para que ele pudesse tomar a vacina e depois estar apto para sair na rua.
- Para gastar a energia dele, utilizávamos uma esteira. Dica de Cesar Millan.
- Quando o curamos da pneumonia, por conta dos efeitos colaterais de alguns remédios, acabou piorando a sarna demodécica dele.
- Após o 3º raspado de pele negativo, ele pode tomar a vacina.
- Uma semana depois, foi o primeiro passeio.
Essa odisseia, com vários veterinários consultados, duas internações, uma broncoscopia e um lavado pulmonar, durou aproximadamente um ano.
O vídeo abaixo é uma coletânea de momentos até o primeiro passeio dele no Parque do Ibirapuera. Nós o fizemos como um agradecimento a todos os veterinários que o acompanharam e pessoas que sempre torceram pela melhora dele.
Barry nos deu alguns sustos, principalmente nas duas internações: em suas crises quando era filhote, parecia estar com muita dificuldade para respirar.
Hoje, apesar de ter perdido um quarto de sua capacidade pulmonar, ele está bem. Fica apenas um pouco debilitado no inverno, quando ataca uma bronquite alérgica. Ainda estamos estudando a melhor maneira de evitar isso.
A melhor opção parece ser a acupuntura, que terá menos efeitos colaterais na imunidade dele, dificultando a volta da sarna demodécica.
A velha lição dos cães sobre o presente: trabalho para não ficar emputecido quando as pessoas dizem que teriam desistido dele. Muitos amigos disseram que não pagariam pelo tratamento, ou que "entregariam para deus". Ou mesmo quando lembram quando Barry estava sem pelos por conta da sarna e dizem que era um cachorro feio ou "vira-lata caro".
Confesso que ainda respiro fundo para não mandar todo mundo se foder. Acho absurdo como soava fácil a desistência. Mas enfim: a lição dos cães diz que isso está no passado. Não importa mais. Barry está bem hoje.
A lição que Barry deixou para mim é a de que valeu a pena ir até o fim. A vida sempre vale a pena, contrariando também alguns espiritualizados que afirmavam que "ele queria ir embora", ou seja, queria morrer.
Marvin é nosso novo desafio. Ele tem a saúde de um touro, só que é ansioso. Vamos ver como vai ser.
O resumo do puzzle:
- Quando o adotamos, ele tinha pneumonia e não poderia tomar a 3ª dose da vacina.
- Precisávamos curar a pneumonia, para que ele pudesse tomar a vacina e depois estar apto para sair na rua.
- Para gastar a energia dele, utilizávamos uma esteira. Dica de Cesar Millan.
- Quando o curamos da pneumonia, por conta dos efeitos colaterais de alguns remédios, acabou piorando a sarna demodécica dele.
- Após o 3º raspado de pele negativo, ele pode tomar a vacina.
- Uma semana depois, foi o primeiro passeio.
Essa odisseia, com vários veterinários consultados, duas internações, uma broncoscopia e um lavado pulmonar, durou aproximadamente um ano.
O vídeo abaixo é uma coletânea de momentos até o primeiro passeio dele no Parque do Ibirapuera. Nós o fizemos como um agradecimento a todos os veterinários que o acompanharam e pessoas que sempre torceram pela melhora dele.
Barry nos deu alguns sustos, principalmente nas duas internações: em suas crises quando era filhote, parecia estar com muita dificuldade para respirar.
Hoje, apesar de ter perdido um quarto de sua capacidade pulmonar, ele está bem. Fica apenas um pouco debilitado no inverno, quando ataca uma bronquite alérgica. Ainda estamos estudando a melhor maneira de evitar isso.
A melhor opção parece ser a acupuntura, que terá menos efeitos colaterais na imunidade dele, dificultando a volta da sarna demodécica.
A velha lição dos cães sobre o presente: trabalho para não ficar emputecido quando as pessoas dizem que teriam desistido dele. Muitos amigos disseram que não pagariam pelo tratamento, ou que "entregariam para deus". Ou mesmo quando lembram quando Barry estava sem pelos por conta da sarna e dizem que era um cachorro feio ou "vira-lata caro".
Confesso que ainda respiro fundo para não mandar todo mundo se foder. Acho absurdo como soava fácil a desistência. Mas enfim: a lição dos cães diz que isso está no passado. Não importa mais. Barry está bem hoje.
A lição que Barry deixou para mim é a de que valeu a pena ir até o fim. A vida sempre vale a pena, contrariando também alguns espiritualizados que afirmavam que "ele queria ir embora", ou seja, queria morrer.
Marvin é nosso novo desafio. Ele tem a saúde de um touro, só que é ansioso. Vamos ver como vai ser.
terça-feira, 8 de outubro de 2013
Marvin e a lei tostines 2
Depois do primeiro passeio sozinho com Barry e Marvin que narrei nesse post, resolvi esperar por apoio no próximo passeio.
Se falarmos em energia, acho que o momento do passeio causar tanta preocupação não deve ser algo bom para os cães, sendo que deveria ser um momento mais prazeroso.
Sair sozinho com eles pode ser uma hora muito carregada de tensão: apreensão com a gritaria e medo de brigas com outros cachorros.
Vou administrar a energia deles como posso.
Em paralelo a tudo isso, terminou o tempo recomendado pelo fabricante da coleira anti-latidos.
Ainda estou na dúvida se devo retirá-la, ou não.
O efeito foi satisfatório. Com certeza, ele está latindo menos.
A única exceção é justamente o momento do passeio, em que Marvin grita como se não houvesse amanhã.
Se falarmos em energia, acho que o momento do passeio causar tanta preocupação não deve ser algo bom para os cães, sendo que deveria ser um momento mais prazeroso.
Sair sozinho com eles pode ser uma hora muito carregada de tensão: apreensão com a gritaria e medo de brigas com outros cachorros.
Vou administrar a energia deles como posso.
Em paralelo a tudo isso, terminou o tempo recomendado pelo fabricante da coleira anti-latidos.
Ainda estou na dúvida se devo retirá-la, ou não.
O efeito foi satisfatório. Com certeza, ele está latindo menos.
A única exceção é justamente o momento do passeio, em que Marvin grita como se não houvesse amanhã.
segunda-feira, 7 de outubro de 2013
domingo, 6 de outubro de 2013
Marvin e a lei tostines
Hoje, saí para passear sozinho com Marvin e Barry.
Foi bem difícil.
Tudo começou com o tradicional escândalo do Marvin. Gritou e latiu como sempre, mas como eu estava sozinho e com as duas mãos segurando guias, não consegui controlá-lo direito.
Com a gritaria de Marvin, Barry também ficou chorando.
Minha primeira reação foi a de fazer os dois sentarem, respirar fundo para me acalmar também e esperar o escândalo passar (perdão, vizinhos!).
Demorou. Mas na primeira oportunidade, passamos os três juntos.
Para evitar uma briga entre os dois enquanto saíamos, resolvi utilizar o portão automático. Assim, não teria mais um momento de confusão ao manusear chaves, fechaduras e portas.
Isso deixou tudo mais prático, mas a cada etapa ou "troca de ambientes", mais gritaria.
Na praça, ainda apareceram três cães de rua, que se aproximaram com postura de luta. Pelos eriçados e cabeça baixa. Não dá para culpá-los: Marvin e Barry estavam puxando as coleiras, latindo e prontos para brigar também.
Gritei "passa!" e bati com meus pés no chão com força. Deu certo. Sem brigas, sem feridos.
Vale destacar que Barry, antes um cachorro bem mais simpático, ficou consideravelmente agressivo depois da chegada de Marvin. Não sei explicar o motivo. Deduzo que tenha ficado mais territorial e possessivo por conta dos constantes "exercícios" de poder entre os dois.
Agora, a gritaria de Marvin eu não sei como interpretar. Não sei dizer se é puro desespero de sair para passear, se é ansiedade de separação, medo de ficar amarrado em algum portão de novo ou simplesmente excitação incontrolável pela caminhada.
Estou pensando seriamente em contratar um adestrador ou matricular o Marvin no agility.
O problema agora é o efeito Tostines:
1 - Nossa relação com os vizinhos está estremecida e eu reconheço que os latidos escandalosos são um grande incômodo.
2 - Marvin precisa passear para gastar energia e não latir mais nessas situações inapropriadas.
A solução pode ser encontrar o horário ideal de passeio, que seja discreto e que me permita controlar o escândalo com a calma necessária. Sem pressões. Mas que horas?
Foi bem difícil.
Tudo começou com o tradicional escândalo do Marvin. Gritou e latiu como sempre, mas como eu estava sozinho e com as duas mãos segurando guias, não consegui controlá-lo direito.
Com a gritaria de Marvin, Barry também ficou chorando.
Minha primeira reação foi a de fazer os dois sentarem, respirar fundo para me acalmar também e esperar o escândalo passar (perdão, vizinhos!).
Demorou. Mas na primeira oportunidade, passamos os três juntos.
Para evitar uma briga entre os dois enquanto saíamos, resolvi utilizar o portão automático. Assim, não teria mais um momento de confusão ao manusear chaves, fechaduras e portas.
Isso deixou tudo mais prático, mas a cada etapa ou "troca de ambientes", mais gritaria.
Na praça, ainda apareceram três cães de rua, que se aproximaram com postura de luta. Pelos eriçados e cabeça baixa. Não dá para culpá-los: Marvin e Barry estavam puxando as coleiras, latindo e prontos para brigar também.
Gritei "passa!" e bati com meus pés no chão com força. Deu certo. Sem brigas, sem feridos.
Vale destacar que Barry, antes um cachorro bem mais simpático, ficou consideravelmente agressivo depois da chegada de Marvin. Não sei explicar o motivo. Deduzo que tenha ficado mais territorial e possessivo por conta dos constantes "exercícios" de poder entre os dois.
Agora, a gritaria de Marvin eu não sei como interpretar. Não sei dizer se é puro desespero de sair para passear, se é ansiedade de separação, medo de ficar amarrado em algum portão de novo ou simplesmente excitação incontrolável pela caminhada.
Estou pensando seriamente em contratar um adestrador ou matricular o Marvin no agility.
O problema agora é o efeito Tostines:
1 - Nossa relação com os vizinhos está estremecida e eu reconheço que os latidos escandalosos são um grande incômodo.
2 - Marvin precisa passear para gastar energia e não latir mais nessas situações inapropriadas.
A solução pode ser encontrar o horário ideal de passeio, que seja discreto e que me permita controlar o escândalo com a calma necessária. Sem pressões. Mas que horas?
sexta-feira, 4 de outubro de 2013
Coisas que meu cão não pensa
Tem uma série de coisas que acontecem no dia a dia e criam algumas preocupações. Só depois de algum tempo encanado e ansioso que me dou conta: meus cachorros nunca pensariam dessa maneira tão idiota.
Por exemplo: esses dias estávamos conversando sobre adoção e compra de animais. Tinham anunciado um cachorro no Facebook. Era um Shih Tzu e custava em torno de R$ 1.200,00. A primeira coisa que falei foi:
— Porra! Para que pagar tudo isso em um cachorro se você pode adotar um da rua, que é muito mais legal e inteligente. — Confesso que estava um pouco mal-humorado de sono.
A conversa prosseguiu por um tempo. Mas depois, fiquei pensando. Por mais estúpido que eu ainda ache uma pessoa comprar um cachorro, com tantos ainda precisando de um lar, a culpa não é dos cães de raça.
Eu me senti envergonhado.
Esse é um tipo de pensamento racista que os cachorros nunca teriam. Eles brincam e/ou brigam com qualquer outro cão e não há diferenciação da raça. A reação deles é consequência apenas da atitude ou comportamento do outro. Mais uma lição dos peludos para a gente.
Mudando de assunto, fiquei meio apreensivo com o fim desta semana. Desde segunda-feira, planejava e encanava sobre meu pique, se aguentaria fazer tudo, sobre os trajetos que eu teria que dirigir, sobre o sono na aula de sábado...
Pena que só na quinta eu fui perceber o quanto era imbecil pensar nisso tudo. Não fiz nenhum plano especial para a maratona. Vou simplesmente enfrentá-la. No fim, é o que sempre resta a fazer.
Falando ainda em preocupações, hoje mesmo (enquanto escrevia este post) recebi a notícia que a diretora da faculdade de Psicologia, além de minha orientadora em um trabalho de monografia, que cursei, faleceu às 13h.
Foi tão inesperado que ainda estou meio sem saber como reagir. Parece que algumas coisas surgem simplesmente porque são inesperadas. Isso me mostra o quanto uma preocupação é inútil.
Nem preciso falar que Barry e Marvin não têm esse problema, né? É fato que eles não estão preocupados com qualquer coisa que possa vir ou não acontecer.
Por exemplo: esses dias estávamos conversando sobre adoção e compra de animais. Tinham anunciado um cachorro no Facebook. Era um Shih Tzu e custava em torno de R$ 1.200,00. A primeira coisa que falei foi:
— Porra! Para que pagar tudo isso em um cachorro se você pode adotar um da rua, que é muito mais legal e inteligente. — Confesso que estava um pouco mal-humorado de sono.
A conversa prosseguiu por um tempo. Mas depois, fiquei pensando. Por mais estúpido que eu ainda ache uma pessoa comprar um cachorro, com tantos ainda precisando de um lar, a culpa não é dos cães de raça.
Eu me senti envergonhado.
Esse é um tipo de pensamento racista que os cachorros nunca teriam. Eles brincam e/ou brigam com qualquer outro cão e não há diferenciação da raça. A reação deles é consequência apenas da atitude ou comportamento do outro. Mais uma lição dos peludos para a gente.
Mudando de assunto, fiquei meio apreensivo com o fim desta semana. Desde segunda-feira, planejava e encanava sobre meu pique, se aguentaria fazer tudo, sobre os trajetos que eu teria que dirigir, sobre o sono na aula de sábado...
Pena que só na quinta eu fui perceber o quanto era imbecil pensar nisso tudo. Não fiz nenhum plano especial para a maratona. Vou simplesmente enfrentá-la. No fim, é o que sempre resta a fazer.
Falando ainda em preocupações, hoje mesmo (enquanto escrevia este post) recebi a notícia que a diretora da faculdade de Psicologia, além de minha orientadora em um trabalho de monografia, que cursei, faleceu às 13h.
Foi tão inesperado que ainda estou meio sem saber como reagir. Parece que algumas coisas surgem simplesmente porque são inesperadas. Isso me mostra o quanto uma preocupação é inútil.
Nem preciso falar que Barry e Marvin não têm esse problema, né? É fato que eles não estão preocupados com qualquer coisa que possa vir ou não acontecer.
terça-feira, 1 de outubro de 2013
Marvin, o desesperado.
Poucos dias antes de começar a postar aqui no blog, escrevi um e-mail para o Dr. Pet. O programa dele no NatGeo tinha aberto inscrições para participar.
O título era "Marvin, o desesperado" e o texto era basicamente o mesmo do primeiro post daqui.
Resolvi reviver o assunto por pura reflexão de um fato que ocorreu enquanto eu escrevia.
Na hora de anexar a foto do Marvin, arrastei o arquivo até a mensagem, mas não deu certo. A foto não aparecia no e-mail.
Tentei novamente. Nada.
Mais uma tentativa. Não deu. Comecei a me irritar.
O jeito foi anexar a foto como se fosse um arquivo. Pronto! Deu certo.
Cliquei em enviar.
Até então, tudo certo. Mas quando fui encaminhar a mensagem para minha noiva, vi que havia três imagens do Marvin no meio do texto e mais um ícone de arquivo anexado.
Fiquei imaginando a reação do responsável do programa na hora em que recebesse: "esse cara pede ajuda por causa de um cachorro que é desesperado, mas anexa 4 fotos iguais na mesma mensagem".
A pergunta aqui é: quem é o desesperado? Ou melhor: quem é o ansioso?
Sem entrar em conteúdos místicos ou religiosos, mas podemos pensar que Marvin apareceu para nos ajudar a controlar a nossa própria ansiedade.
Temos que prestar atenção nisso porque o suposto desespero do Marvin é provavelmente só um reflexo do nosso comportamento.
Para pensar.
O título era "Marvin, o desesperado" e o texto era basicamente o mesmo do primeiro post daqui.
Resolvi reviver o assunto por pura reflexão de um fato que ocorreu enquanto eu escrevia.
Na hora de anexar a foto do Marvin, arrastei o arquivo até a mensagem, mas não deu certo. A foto não aparecia no e-mail.
Tentei novamente. Nada.
Mais uma tentativa. Não deu. Comecei a me irritar.
O jeito foi anexar a foto como se fosse um arquivo. Pronto! Deu certo.
Cliquei em enviar.
Até então, tudo certo. Mas quando fui encaminhar a mensagem para minha noiva, vi que havia três imagens do Marvin no meio do texto e mais um ícone de arquivo anexado.
Fiquei imaginando a reação do responsável do programa na hora em que recebesse: "esse cara pede ajuda por causa de um cachorro que é desesperado, mas anexa 4 fotos iguais na mesma mensagem".
A pergunta aqui é: quem é o desesperado? Ou melhor: quem é o ansioso?
Sem entrar em conteúdos místicos ou religiosos, mas podemos pensar que Marvin apareceu para nos ajudar a controlar a nossa própria ansiedade.
Temos que prestar atenção nisso porque o suposto desespero do Marvin é provavelmente só um reflexo do nosso comportamento.
Para pensar.
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