Só uma atualização simples dos resultados das bugigangas.
Marvin deve estar achando que é o Banshee da Marvel Comics, pois toda vez que late, a coleira turbina o som com o ruído agudo.
Provavelmente foi esse sentimento de quase onipotência que fez o Barry arrancar a bateria da anterior.
Vale lembrar que o fabricante da coleira recomenda o uso por 10 dias para corrigir o comportamento do cão.
O spray anti-stress até que está funcionando bem. Pode ser mais um efeito progressivo da castração, mas os dois têm brigado bem menos.
segunda-feira, 30 de setembro de 2013
sexta-feira, 27 de setembro de 2013
Bugigangas
Depois que o Barry arrancou a bateria da coleira anti-latidos do Marvin, resolvemos comprar mais uma. Vamos passar Novalgina no sensor dela para que isso não aconteça de novo.
Bem, se Barry conseguir novamente, logo após compramos a nova, descobrimos que há baterias à venda na própria Cobasi.
A coleira emite um ruído agudo assim que o Marvin late. Isso gera uma correção imediata ao comportamento. Nessa primeira noite, deu tudo certo. Para ajudar, ele fez um passeio de meia hora antes do jantar.
Marvin é inteligente. Meu único medo é a associação do silêncio com a coleira. Ou seja, quando o "treino" de 10 dias recomendado pelo fabricante acabar, temo que ele volte a latir por ter percebido que o ruído agudo só vem quando a coleira está no pescoço.
Complementando as bugigangas, compramos também um spray anti-stress. Ele tem uns óleos e essências que ajudam o cão a se acalmar. Deve ser aplicado no ambiente ou no pescoço do cachorro, como se fosse um perfume. De fato, o produto tem cheiro de chá.
Tanto Barry quanto o Marvin começaram a usar.
O vendedor disse que o spray tem um efeito interessante, mas que não é imediato. Vamos ver como vai ser.
Bem, se Barry conseguir novamente, logo após compramos a nova, descobrimos que há baterias à venda na própria Cobasi.
A coleira emite um ruído agudo assim que o Marvin late. Isso gera uma correção imediata ao comportamento. Nessa primeira noite, deu tudo certo. Para ajudar, ele fez um passeio de meia hora antes do jantar.
Marvin é inteligente. Meu único medo é a associação do silêncio com a coleira. Ou seja, quando o "treino" de 10 dias recomendado pelo fabricante acabar, temo que ele volte a latir por ter percebido que o ruído agudo só vem quando a coleira está no pescoço.
Complementando as bugigangas, compramos também um spray anti-stress. Ele tem uns óleos e essências que ajudam o cão a se acalmar. Deve ser aplicado no ambiente ou no pescoço do cachorro, como se fosse um perfume. De fato, o produto tem cheiro de chá.
Tanto Barry quanto o Marvin começaram a usar.
O vendedor disse que o spray tem um efeito interessante, mas que não é imediato. Vamos ver como vai ser.
quinta-feira, 26 de setembro de 2013
Pequena Serenata Noturna
De ontem para hoje (25/9 a 26/9/2013), Marvin Gaye latiu por quase toda a madrugada.
Não havia correção que o fizesse parar.
1 - Batemos palmas de dentro de casa para que ele não associasse os latidos com a presença do dono, reforçando assim o comportamento. Não deu certo. Ele parava durante as palmas, mas logo voltava a latir.
2 - Gritamos "EI" e fizemos "SH" de maneira firme. Não adiantou também.
Não teve jeito. Tivemos que descer até o quintal, com pisadas fortes para assustar. Ele ia para a casinha correndo, mas era só voltarmos para o quarto, que ele voltava a latir.
Tentamos mais algumas correções com palmas e gritos de "EI". Pelo que percebemos, ele só voltou a latir às 5h da manhã. Só não sei se dormimos e não percebemos, ou se Marvin realmente ficou quieto durante esse tempo da madrugada.
Foi uma semana de chuvas na parte da manhã, fator que comprometeu a rotina de exercícios de Barry White e Marvin Gaye.
A meu ver, isso foi crucial. Principalmente para Marvin, que é um filhotão de quase 1 ano, com problemas de ansiedade e energia transbordando.
Nesses casos, podemos perceber a importância de exercícios para a vida dos cães. Eles precisam passear.
Para não dizer que a semana foi inútil, em todos os dias de chuva, fizemos o exercício do "cordão umbilical" de um programa que vimos no Animal Planet. De uns tempos para cá, não consigo mais encontrar o nome do apresentador, tampouco do programa dele.
Mas tudo bem. O cara é muito arrogante e insuportável. Esse foi o único conceito interessante que vimos no programa dele.
Consiste em utilizar a guia amarrada na cintura e levar o cão para fazer as atividades da casa. O objetivo da técnica é criar o hábito de seguidor no cachorro.
Com o cão o acompanhando, você deve praticamente ignorá-lo.
Lavamos o quintal, arrumamos a casa e preparamos o café da manhã com eles nos seguindo.
Vamos ver os resultados dessa prática mais para a frente.
terça-feira, 24 de setembro de 2013
Fight
Elas vêm diminuindo, mas ainda assustam.
A relação entre Barry e Marvin tem muitas brincadeiras, mas às vezes saem umas brigas que precisam de nossa atenção, eu acho.
Os motivos? Antes da castração: ciúmes, dominância, território e comida. Hoje, dominância e principalmente comida.
Quando adotamos o Marvin, a maioria dos blogs e leituras que pesquisamos sobre o assunto sugeriam que o cão que chegou primeiro, no caso o Barry, tinha que ter uma posição maior na hierarquia em relação ao cachorro mais novo.
Ok. É parecido com a maneira como devemos lidar com a chegada de um filho mais novo, para que o mais velho não se sinta enciumado.
Isso facilitou as coisas no início. Ao longo do tempo, uma briga ou outra surgia, mas sempre tive confiança de colocar minhas mãos entre eles para apartar. Eles nunca me morderam.
Barry parecia ensinar as regras da casa para o Marvin.
Ontem eles tiveram a única briga que eu achei injusta. Dei dois petiscos, um para cada cachorro. Porém, Barry comeu mais rápido que Marvin, e quando viu que ele ainda estava mastigando, foi correndo, provocou uma briga e tomou o palitinho dele.
Felizmente, Marvin agora sempre corre para a casinha para não brigar. Creio que isso é um ponto positivo porque as relações hierárquicas entre os dois estariam estabelecidas.
Mais uma vez. Apesar do número ter diminuído, ainda assim fico preocupado. Essa preocupação não é boa para o relacionamento deles. Portanto, é a primeira medida a ser tomada.
Cesar Millan fala em seus programas que não podemos pensar o pior dos cães ou deixar nossas impressões preverem o que vai acontecer. Isso acaba "criando" justamente o cenário que não desejamos.
Esse é um exercício importante. Pensar mais como eles, que vivem única e exclusivamente o presente. Nossa preocupação já deixa o ar mais tenso. Isso com certeza reflete no comportamento dos cachorros.
A relação entre Barry e Marvin tem muitas brincadeiras, mas às vezes saem umas brigas que precisam de nossa atenção, eu acho.
Os motivos? Antes da castração: ciúmes, dominância, território e comida. Hoje, dominância e principalmente comida.
Quando adotamos o Marvin, a maioria dos blogs e leituras que pesquisamos sobre o assunto sugeriam que o cão que chegou primeiro, no caso o Barry, tinha que ter uma posição maior na hierarquia em relação ao cachorro mais novo.
Ok. É parecido com a maneira como devemos lidar com a chegada de um filho mais novo, para que o mais velho não se sinta enciumado.
Isso facilitou as coisas no início. Ao longo do tempo, uma briga ou outra surgia, mas sempre tive confiança de colocar minhas mãos entre eles para apartar. Eles nunca me morderam.
Barry parecia ensinar as regras da casa para o Marvin.
Ontem eles tiveram a única briga que eu achei injusta. Dei dois petiscos, um para cada cachorro. Porém, Barry comeu mais rápido que Marvin, e quando viu que ele ainda estava mastigando, foi correndo, provocou uma briga e tomou o palitinho dele.
Felizmente, Marvin agora sempre corre para a casinha para não brigar. Creio que isso é um ponto positivo porque as relações hierárquicas entre os dois estariam estabelecidas.
Mais uma vez. Apesar do número ter diminuído, ainda assim fico preocupado. Essa preocupação não é boa para o relacionamento deles. Portanto, é a primeira medida a ser tomada.
Cesar Millan fala em seus programas que não podemos pensar o pior dos cães ou deixar nossas impressões preverem o que vai acontecer. Isso acaba "criando" justamente o cenário que não desejamos.
Esse é um exercício importante. Pensar mais como eles, que vivem única e exclusivamente o presente. Nossa preocupação já deixa o ar mais tenso. Isso com certeza reflete no comportamento dos cachorros.
domingo, 22 de setembro de 2013
Distração e latidos
Mais da Victoria Stilwell aqui.
Considerando o que o Barry fez com a coleira anti latidos do Marvin, nem tentamos utilizar o produto novamente. Isso tem dado um pouco de trabalho, mas até que estamos nos virando bem com a técnica da distração que pegamos dos vídeos da Victoria Stilwell, como no trecho que separamos neste vídeo.
Quando Marvin começa a latir à noite, me sinto meio desconfortável de chamar a atenção dele vocalmente, gritando "EI", por exemplo. Parece que estou latindo junto com ele e a correção soa tão ruim quanto o latido em si.
Por conta disso, bati palmas bem alto por três vezes. Não sei se foi tão incômodo para os vizinhos quanto o grito, mas achei que foi mais efetivo.
Pode ser que tenha sido pela novidade. Marvin nunca tinha ouvido esse barulho nessa ocasião antes. Isso deve ter chamado sua atenção e ele parou de latir.
No geral, o comportamento dele está melhorando progressivamente por causa da castração.
Considerando o que o Barry fez com a coleira anti latidos do Marvin, nem tentamos utilizar o produto novamente. Isso tem dado um pouco de trabalho, mas até que estamos nos virando bem com a técnica da distração que pegamos dos vídeos da Victoria Stilwell, como no trecho que separamos neste vídeo.
Quando Marvin começa a latir à noite, me sinto meio desconfortável de chamar a atenção dele vocalmente, gritando "EI", por exemplo. Parece que estou latindo junto com ele e a correção soa tão ruim quanto o latido em si.
Por conta disso, bati palmas bem alto por três vezes. Não sei se foi tão incômodo para os vizinhos quanto o grito, mas achei que foi mais efetivo.
Pode ser que tenha sido pela novidade. Marvin nunca tinha ouvido esse barulho nessa ocasião antes. Isso deve ter chamado sua atenção e ele parou de latir.
No geral, o comportamento dele está melhorando progressivamente por causa da castração.
sexta-feira, 20 de setembro de 2013
Victoria Stilwell
Dos programas de cães que já assistimos no Animal Planet, nosso favorito de longe, é o Encantador de Cães, com Cesar Millan.
Admiramos a aparente sensibilidade, calma, assertividade e técnicas dele. O conceito mais importante a meu ver, é o de que os cães são o reflexo dos donos. Portanto, a proposta de trabalho dele seria a mais efetiva, embora mais demorada e profunda: reabilitar cães e treinar pessoas.
Assim como crianças, os cães acabam sendo a ponta do iceberg de toda a dinâmica familiar. Mas vou falar desse assunto em outra oportunidade.
Recentemente, encontramos os trabalhos de Victoria Stilwell, adestradora que também tem um programa no Animal Planet e GNT: Ou eu ou o cachorro.
Ao contrário de Cesar, Victoria apresenta técnicas que seriam mais acessíveis a "pessoas comuns", que não têm mesma calma, sensibilidade e jeito zen do Encantador de Cães.
No caso do Marvin, utilizamos uma técnica de distração da Victoria.
Barry White é mais equilibrado que Marvin Gaye, por isso, acaba sempre sendo o mais calmo e o primeiro a sair de casa para os passeios.
Quando vê Barry saindo de casa com um dos donos, Marvin começa seu escândalo: chora, grita, late, pula, berra, puxa a guia e etc.
Já tínhamos tentado outras técnicas, mas a da distração da Victoria funcionou bem. Melhor que o borrifador de água.
Funcionou assim:
- Pegamos um punhado de ração e guardamos no bolso.
- Assim que o Marvin começava a chorar, nós pegávamos uma ração na mão e só mostrávamos para ele, sem dá-la.
Com algumas repetições, deu certo. Conseguimos aproveitar aquele famoso déficit de atenção dos cães.
Deduzo que os seguintes pensamentos passem pela cabeça do Marvin: "MEU DEUS, SOCORRO! O BARRY ESTÁ SAINDO! A ÚLTIMA VEZ QUE FIQUEI LONGE DELE EU PERDI MINHAS BOLAS E... Olha! Tem ração na mão da humana! Ei! Por que será que ela não me dá?".
Depois da distração, pedimos para que ele se sentasse, para aí sim, dar a ração.
Vamos repetir a técnica ao longo dos dias. Em breve posto o resultado por aqui.
Admiramos a aparente sensibilidade, calma, assertividade e técnicas dele. O conceito mais importante a meu ver, é o de que os cães são o reflexo dos donos. Portanto, a proposta de trabalho dele seria a mais efetiva, embora mais demorada e profunda: reabilitar cães e treinar pessoas.
Assim como crianças, os cães acabam sendo a ponta do iceberg de toda a dinâmica familiar. Mas vou falar desse assunto em outra oportunidade.
Recentemente, encontramos os trabalhos de Victoria Stilwell, adestradora que também tem um programa no Animal Planet e GNT: Ou eu ou o cachorro.
Ao contrário de Cesar, Victoria apresenta técnicas que seriam mais acessíveis a "pessoas comuns", que não têm mesma calma, sensibilidade e jeito zen do Encantador de Cães.
No caso do Marvin, utilizamos uma técnica de distração da Victoria.
Barry White é mais equilibrado que Marvin Gaye, por isso, acaba sempre sendo o mais calmo e o primeiro a sair de casa para os passeios.
Quando vê Barry saindo de casa com um dos donos, Marvin começa seu escândalo: chora, grita, late, pula, berra, puxa a guia e etc.
Já tínhamos tentado outras técnicas, mas a da distração da Victoria funcionou bem. Melhor que o borrifador de água.
Funcionou assim:
- Pegamos um punhado de ração e guardamos no bolso.
- Assim que o Marvin começava a chorar, nós pegávamos uma ração na mão e só mostrávamos para ele, sem dá-la.
Com algumas repetições, deu certo. Conseguimos aproveitar aquele famoso déficit de atenção dos cães.
Deduzo que os seguintes pensamentos passem pela cabeça do Marvin: "MEU DEUS, SOCORRO! O BARRY ESTÁ SAINDO! A ÚLTIMA VEZ QUE FIQUEI LONGE DELE EU PERDI MINHAS BOLAS E... Olha! Tem ração na mão da humana! Ei! Por que será que ela não me dá?".
Depois da distração, pedimos para que ele se sentasse, para aí sim, dar a ração.
Vamos repetir a técnica ao longo dos dias. Em breve posto o resultado por aqui.
quinta-feira, 19 de setembro de 2013
Marvin e Barry: resumo
Este é o Marvin Gaye. Ele foi adotado e trazido lá da Zona Leste. Estava amarrado em um portão.
Descobrimos que ele pertencia a uma senhora que fora encaminhada para
uma casa de repouso e a família simplesmente ignorou o destino dos 12
cachorros que viviam com ela. Uma vizinha, sem saber o que fazer, saiu
pelo bairro distribuindo os cães.
Marvin Gaye é um cão desesperado e ansioso. É daqueles cães que "sambam" quando vão comer, latem de madrugada e choram bastante.
Um problema bem evidente na hora do passeio.
Quase diariamente, levamos Marvin para passear com Barry White, nosso outro cão.
Pensando nas teorias de reforço, só deixamos os dois cães saírem da casa quando estão em silêncio e calmos, conceito que aprendemos com Cesar Milan, o encantador de cães.
Barry, muito mais equilibrado, consegue sair rapidinho. Só que o Marvin, ao ver o outro cachorro sair, começa a se desesperar, puxar a coleira e chorar.
E chora alto. Grita, late, pula, puxa a guia. Ele late e grita tão alto que tememos que as pessoas pensem que está sendo maltratado. Fora que tanto barulho é um incômodo para os vizinhos também.
Ainda não conseguimos
corrigir esse comportamento.
Resolvemos criar este blog para registrar e até compartilhar nossas tentativas de solucionar este problema.
Em resumo até então, já utilizamos:
1 - Uma coleira anti latidos que emite um ruído agudo ao captar um latido ou choro do cão.
Resolvemos criar este blog para registrar e até compartilhar nossas tentativas de solucionar este problema.
Em resumo até então, já utilizamos:
1 - Uma coleira anti latidos que emite um ruído agudo ao captar um latido ou choro do cão.
Funcionou bem nos primeiros dias, porém, Barry também ficava incomodado com o barulho e arrancou a bateria e os fios do produto. Não sei se foi sorte, mas ele agiu como um agente do esquadrão anti bombas.
2 - Um sensor anti latidos que emite um ruído inaudível para humanos, mas incômodo para os cães.
Não funcionou. Marvin e Barry ignoraram o efeito do produto.
3 - Borrifador de água.
Esse funcionou relativamente bem. Consegue chamar a atenção do cão, porém por um curto período de tempo.
Fora o básico: toques, puxões de guia, gritos de "NÃO!" e "SHH".
Esse primeiro post contém apenas um resumo de tudo que fizemos até o momento. A partir dos próximos, vamos relatar outras técnicas que encontrarmos, lições e conclusões que vamos tirar da ocasião.
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