Este é o Marvin Gaye. Ele foi adotado e trazido lá da Zona Leste. Estava amarrado em um portão.
Descobrimos que ele pertencia a uma senhora que fora encaminhada para
uma casa de repouso e a família simplesmente ignorou o destino dos 12
cachorros que viviam com ela. Uma vizinha, sem saber o que fazer, saiu
pelo bairro distribuindo os cães.
Marvin Gaye é um cão desesperado e ansioso. É daqueles cães que "sambam" quando vão comer, latem de madrugada e choram bastante.
Um problema bem evidente na hora do passeio.
Quase diariamente, levamos Marvin para passear com Barry White, nosso outro cão.
Pensando nas teorias de reforço, só deixamos os dois cães saírem da casa quando estão em silêncio e calmos, conceito que aprendemos com Cesar Milan, o encantador de cães.
Barry, muito mais equilibrado, consegue sair rapidinho. Só que o Marvin, ao ver o outro cachorro sair, começa a se desesperar, puxar a coleira e chorar.
E chora alto. Grita, late, pula, puxa a guia. Ele late e grita tão alto que tememos que as pessoas pensem que está sendo maltratado. Fora que tanto barulho é um incômodo para os vizinhos também.
Ainda não conseguimos
corrigir esse comportamento.
Resolvemos criar este blog para registrar e até compartilhar nossas tentativas de solucionar este problema.
Em resumo até então, já utilizamos:
1 - Uma coleira anti latidos que emite um ruído agudo ao captar um latido ou choro do cão.
Resolvemos criar este blog para registrar e até compartilhar nossas tentativas de solucionar este problema.
Em resumo até então, já utilizamos:
1 - Uma coleira anti latidos que emite um ruído agudo ao captar um latido ou choro do cão.
Funcionou bem nos primeiros dias, porém, Barry também ficava incomodado com o barulho e arrancou a bateria e os fios do produto. Não sei se foi sorte, mas ele agiu como um agente do esquadrão anti bombas.
2 - Um sensor anti latidos que emite um ruído inaudível para humanos, mas incômodo para os cães.
Não funcionou. Marvin e Barry ignoraram o efeito do produto.
3 - Borrifador de água.
Esse funcionou relativamente bem. Consegue chamar a atenção do cão, porém por um curto período de tempo.
Fora o básico: toques, puxões de guia, gritos de "NÃO!" e "SHH".
Esse primeiro post contém apenas um resumo de tudo que fizemos até o momento. A partir dos próximos, vamos relatar outras técnicas que encontrarmos, lições e conclusões que vamos tirar da ocasião.


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